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Por um amanhã melhor

Pequeno planetaQuando o assunto é sustentabilidade, solidariedade ou outras “dades” deste tipo, colocando a mão na consciência noto (e imagino que muitos encontram-se em semelhante situação) que a conta de débito está em alta… Bem, suponho que nunca é tarde para começar. O fato é que há um bom venho tendo a oportunidade de ler livros, ver documentários, conversar com pessoas sobre questões relevantes do/para nosso mundo, mas na prática, não venho fazendo nada, ou quase nada, para contribuir para alguma mudança ou melhoria significativa.

Penso que cada vez menos as pessoas poderão atribuir à falta de informação, desconhecimento ou inconsciência o fato de não estarem engajadas com a melhoria do nosso mundo. A situação que se estabelece é que, mesmo sabendo de muitas necessidades do mundo, a nossa tendência é permanecer na zona de conforto e além de não fazer algo para mudar as coisas, cultivamos e perpetuamos hábitos (por exemplo, consumismo) que ajudam a deteriorar nosso planeta, nossas comunidades, etc.

Não estou falando desse assunto por que é fim de ano (ou fim do mundo)… Não é promessa para 2013, já comecei. E comecei há algumas semanas pela alimentação. Pensar melhor no que comemos, na origem dos alimentos e o efeito que isso tem em nossa saúde pode ser um bom começo. Somos bombardeados por centenas de substâncias “duvidosas”, para não dizer tóxicas, que são agregadas aos alimentos nos processos produtivos de base (agricultura e pecuária) e no processamento industrializado de alimentos. E mudar certos hábitos é muito, muito difícil.

Alimentação é só o começo. Acho que há muito mais para se fazer e muitas coisas para tomarmos consciência. É justamente sobre esses assuntos que pretendo escrever aqui no “E todo resto…”. Acho que vale falar sobre essas experiências e ideias.
Aproveitando a oportunidade, esse pequeno documentário: “There’s No Tomorrow’, para quem nunca viu, apresenta uma visão que pode nos fazer pensar um pouco sobre nosso futuro coletivo.

Acho que cabe certo cuidado ao interpretarmos documentários como este e outros muitos que estão disponíveis na Internet. Em alguns, temos uma visão de desastre iminente e que não há escapatória. Não acredito muito num colapso eminente como a possibilidade mais provável, pois acredito que ainda há tempo para as pessoas se tornarem mais conscientes e quebrarem velhos hábitos prejudiciais e colocarem a criatividade para funcionar e criar um futuro melhor.
E você, o que acha?